Billboad elege os álbuns lançados em 2018 com as melhores capas

Billboad elege os álbuns lançados em 2018 com as melhores capas

A revista Billboard reuniu sua equipe de arte e fotografia para analisar e escolher as melhores capas dos álbuns de 2018. Além da análise das imagens, a perspectiva também foi divulgada através do conceito, mensagem e o apelo argumentativo para cada escolha. Confira!

Em primeiro lugar temos Astroworld, doTravis Scott. Com produção de David LaChapelle, a fotografia e cinematografia tem proposito de criar uma cena nostálgica em homenagem ao parque Six Flags AstroWorld. em Houston (Texas).

De volta à vida, mesmo que por um dia, a história do espaço foi retratada sob as esferas do movimento e do realismo. E, atribuído no conceito, o uso da pipoca sendo lançada no ar contribuí para que “Astroworld” encabeçasse a lista das 10 melhores capas 2018.

A capa do Sweetener, álbum da Ariana Grande, apresenta uma imagem invertida da estrela do pop e se tornou um visual marcante para a distribuição e execução da identidade. Navegando por um mundo em movimento, o videoclipe de “No Tears Left To Cry” resume bem o ponto de vista artístico da capa, que embora o conceito simples, consegue explorar artisticamente e emocionalmente a interprete, até mesmo de cabeça para baixo.

A falta de privacidade foi a pauta do material mais recente da rapper Cardi B. Através do visual excêntrico, a personalidade pode resumir a sua narrativa, como ela ainda faz através de suas mídias sociais. A capa de “Invasion of Privacy” mostra que Cardi B está aqui para assumir o controle.

O conceito da imagem entrelaça o som promovido por Kanye West e Kid Cudi em “Kids See Ghosts”, que é algo um tanto quanto exótico. Desenhada por Takashi Murakami, com quem West já havia trabalhado antes, foi dito que o urso e a raposa representassem ele e Cudi sob uma paleta de cores vibrantes, contrastando lado a lado com a sonoridade do material.

A foto de Teyana Taylor deitada sob a cama dá ao público a sensação de que o álbum retratará um olhar íntimo e pessoal do artista. Para “Keep The Same Energy”, foi usada uma paleta de cores suaves, dando a aparência cinematográfica que prepara o ouvinte para o R&B que estão prestes a desfrutar.

O conceito da imagem produzida por Cary Fagan para “Testing”, de A$AP Rocky, apresenta 10 figuras anônimas olhando e intrigando o espectador sob o incerto de quem está na foto ou quem está olhando para quem. O uso da logo com cores fortes cria o que poderia ser a imagem de um cartaz de filme.

A imagem é forte, esteticamente cinematográfica e que consegue tirar o olhar do espectador na obra ao fundo, a Mona Lisa, o que é uma tarefa difícil mas que só serve para esse duo icônico. Estamos falando é claro do  The Carters — formado por Beyoncé e Jay Z — no impecável “Everything is Love”.

A capa simples de “Culture II”, álbum do trio Migos, obtém força no contraste gritante entre o uso do vermelho, muitas vezes simbolo do perigo, mas neste caso, com as pacíficas rosas brancas e as pombas que fornecem a apresentação textual do material.

“Dirty Computer” é um álbum conceitual baseado em um universo distópico apresentado pela imagem futurística de uma rainha representada por Janelle Monáe. O sinistro vem através do uso da paleta de cores saturadas que nos remete a perspectiva do novo mundo de Monáe, apresentado ao fundo da imagem.

Apresentando uma excelente prévia ao pop-rock de “Young Blood”, a capa do álbum chama a atenção do espectador acerca do uso de cores brilhantes e da mistura de texturas e padrões promovidos pelos australianos do 5 Seconds of Summer.

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